#459 Marcos Paulo Reis, Nelson Evêncio e Rodolfo Siqueira
Release Date: 04/09/2026
Endörfina com Michel Bögli
Ela passou a infância e a adolescência dançando balé clássico, onde permaneceu por 14 anos, até que uma lesão mudou o rumo da sua trajetória. Durante uma viagem, rompeu os ligamentos do joelho enquanto esquiava, iniciando um processo de recuperação que a levaria a novos caminhos. A reabilitação aconteceu na academia, com foco em fortalecimento. Influenciada pelo irmão, passou a frequentar o ambiente com mais regularidade e iniciou na corrida. Em 2018, com a entrada dele no triathlon, veio o incentivo para que experimentasse a modalidade. No início, tentou resistir, mas acabou se...
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Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento...
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Ainda muito cedo, antes mesmo de dar os primeiros passos, a água já fazia parte da sua rotina. Com 1 ano e 9 meses, iniciou na piscina como parte de um trabalho de fisioterapia para tratar a hipotonia muscular nas pernas. Aos poucos, com o apoio da hidroterapia, ganhou força e mobilidade, até conseguir andar, quando tinha pouco mais de 2 anos. Iniciou na capoeira aos 3 anos e permaneceu por mais de uma década, trabalhando coordenação motora e ampliando suas possibilidades físicas. Aos 15 anos, deixou a capoeira e fez a transição para a natação. Aos poucos, a relação com a água...
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Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano...
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Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao...
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Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente,...
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Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação...
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Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só...
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Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por...
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A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar...
info_outlineUm belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente, suas pernas viram concreto. Sua mente começa a pregar peças. Cada passada se torna um exercício de tortura. Se você é maratonista, conhece esse momento: o famoso "muro", a marca dos 35km.
Mas em Boston, esse trecho ganha um contorno ainda mais temido. Porque ali, entre os km 32 e 33, os corredores encontram não apenas o muro fisiológico, mas também a lendária Heartbreak Hill. São 800 metros de subida com inclinação de 3,3%. Nada assustador, não fosse pelo fato que você chega ali com 32km nas pernas, já moídas pelas descidas do início da prova. Aí, aquela elevação modesta se torna montanha. É onde muitos sonhos se desfazem. A fama desse ponto vem de 1936, quando Johnny Kelley deu um tapinha nas costas de Ellison Brown na subida, um gesto que parecia incentivo, mas incendiou Brown, que retomou a liderança e venceu. O cronista do Boston Globe escreveu: Brown "passou por Kelley na colina, partindo seu coração". E assim nasceu a lenda.
Mas o que realmente acontece ali? Por que tudo desaba justamente quando faltam 7km? E, mais importante: como preparar um atleta para esse momento? Para responder a essas perguntas, estou aqui com três treinadores que entendem profundamente do assunto.
Marcos Paulo Reis, niteroiense, uma espécie de celebridade no meio, educador físico dos velozes e famosos, fundador da MPR Assessoria Esportiva, a maior e mais respeitada assessoria esportiva do Brasil que há mais de 35 anos treina triatletas e corredores de todos os níveis.
Nelson Evêncio, paulistano, educador físico pós-graduado em Treinamento Desportivo, Administração e Marketing Esportivo, fundador de uma assessoria esportiva que leva o seu nome, tem 30 anos de estrada e se tornou referência, principalmente no treinamento de mulheres.
Rodolfo Siqueira, também paulistano, educador físico estudioso de Neurociência da Performance, líder da Equilíbrio Treinamento e dono de um currículo com 24 maratonas, 6 Ironman e 18 Ironman 70.3.
A conversa de hoje é sobre o km 35, a Heartbreak Hill e tudo o que acontece quando o corpo grita para parar — mas a mente insiste em seguir.
Inspire-se!
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A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.
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