#459 Marcos Paulo Reis, Nelson Evêncio e Roy Siqueira
Release Date: 04/09/2026
Endörfina com Michel Bögli
Os meus convidados de hoje cresceram em cidades do interior da Argentina. Em comum, tiveram uma infância marcada pelas brincadeiras ao ar livre, pelo esporte e pela liberdade. Ele é filho de um ex-jogador e treinador de futebol. Cresceu jogando futebol, vôlei, softball e experimentando tudo o que aparecesse pela frente. Aos 13 anos, participou de uma prova de corrida de 1.500 metros pelas ruas da cidade. Voltou para casa com um troféu e descobriu a modalidade que passaria a fazer parte da sua rotina durante a década seguinte. Foram anos dedicados ao atletismo até ingressar na Faculdade...
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Minha convidada de hoje praticava esportes apenas nas aulas de Educação Física da escola e adorava pedalar pelas ruas tranquilas da sua cidade. O primeiro contato com o mountain bike aconteceu em 2006, aos 18 anos, incentivada pelo então namorado, hoje seu marido. No fim daquele mesmo ano disputou sua primeira competição. Em 2007 participou do seu primeiro Iron Biker e iniciou sua trajetória no cross-country olímpico. Dois anos depois passou para a categoria Elite em busca de novos desafios. Durante muitos anos conciliou os treinamentos com o trabalho, realizando grande parte das...
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Nascido em Belém do Pará, ainda criança mudou-se para Castanhal e na escola, gostava de jogar futebol. Aos 18 anos de idade, começou a trabalhar como agricultor e feirante. Sem deixar a agricultura, trabalhou também como técnico de informática, motorista de caminhão e encarregado de obra e não havia espaço para o esporte. No início dos anos 2000, decidiu mudar-se para o interior e dar continuidade à plantação de cacau iniciada por seu pai na década de 1970. Foi ali que construiu sua vida, formou sua família e encontrou o sustento e a tranquilidade que sempre buscou. Porém,...
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O meu convidado de hoje não cresceu apaixonado por esportes. Frequentou por uma década as aulas de natação por insistência dos pais. Também jogou futebol, vôlei, se arriscou no polo aquático e praticou tênis, mas nunca foi aquele garoto ligado aos esportes. A vida seguiu por outros caminhos e o esporte desapareceu da sua rotina. Formou-se em Publicidade, deu algumas voltas antes de encontrar-se na comunicação. Já com alguns anos no mercado, em 2004, criou a Milk, na época uma agência de comunicação. No ano seguinte, incentivado por sua psicóloga, foi experimentar algo...
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Assim como tantas outras crianças, meu convidado de hoje jogou bastante futebol. Na adolescência, passou a praticar também o vôlei, que ganhou espaço e se tornou sua principal modalidade esportiva. Em 1980, ingressou na faculdade de Educação Física. Durante a graduação dava aulas de natação e vôlei. Depois de formado, ampliou sua atuação como professor de musculação, ginástica e avaliação física, além de lecionar na rede pública do Estado do Rio de Janeiro. Nessa época, conheceu o triathlon e, em 1986, participou de sua primeira prova, em Niterói. Anos depois, viveu...
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A minha convidada de hoje sempre encontrou uma forma de se manter em movimento. Na infância, dividia o tempo entre a natação, a bicicleta, os patins e o futebol, esporte que aprendeu a gostar influenciada pelo pai. Aos 9 anos, descobriu o surf e passou a praticar bodyboarding. Na adolescência, experimentou diferentes modalidades, entre elas vôlei, handebol, capoeira, boxe e muay thai. Formou-se em Direito, construiu uma sólida carreira, casou-se, teve dois filhos e continuou surfando. Paralelamente, mantinha uma rotina ativa entre a natação e a academia. Nesse período, também passou...
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Filho de argentinos, ele nasceu em Buenos Aires mas se mudou para o Rio de Janeiro ainda bebê. Aprendeu a andar de bicicleta bem cedo e nas viagens frequentes a Búzios com a família, costumava remar ou tentava velejar. Sua mãe era antropóloga, historiadora e mantinha um laboratório fotográfico em casa. Ainda criança, assistia às revelações de fotografias em preto e branco e fez suas primeiras fotos durante shows e atividades do dia a dia. Já morando em Sao Paulo, na adolescência passou a fotografar os amigos andando de skate. Sua primeira imagem publicada saiu na revista Yeah...
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Foi na adolescência que ela descobriu os esportes. Mergulhou de cabeça no handebol e no basquete. Durante alguns anos, também se dedicou à dança e chegou a considerar seguir carreira como bailarina. Em 1998, mudou-se para Salvador para cursar a faculdade, afastando-se da vida esportiva. Anos mais tarde, em 2013, o jornalismo a levaria ao Rio de Janeiro, onde os esportes ao ar livre passaram a ocupar mais espaço em sua rotina. Em dezembro de 2020, em plena pandemia, decidiu ingressar no triathlon, mesmo sem saber nadar e praticamente sem experiência sobre uma bicicleta. A estreia...
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Aos 12 anos de idade, ele correu 43 quilômetros. Pouco depois completou sua primeira maratona e, em 1998, fez o primeiro Ironman de Porto Seguro. Depois de mais de uma década dedicada ao triathlon, passou a buscar desafios em ambientes extremos ao redor do mundo. A estreia nas ultramaratonas aconteceu na Antártica. Venceu a Ice Marathon e, no dia seguinte, também ganhou a prova de 100 quilômetros, estabelecendo um recorde. Mais tarde encarou os 250 quilômetros da Marathon des Sables, no deserto do Saara, além de uma ultra no Nepal. Parte dessas experiências acabou registrada em...
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Quando criança, o futebol ocupava boa parte do seu tempo e era, de longe, sua maior paixão esportiva. O vôlei também fazia parte da rotina, até que a bicicleta apareceu e rapidamente deixou de ser apenas um momento de diversão com as irmãs e alguns amigos. Em pouco tempo, o mountain bike passou a direcionar seus objetivos e transformar sua vida. Os primeiros resultados vieram cedo. Em 2021, conquistou o título de campeã brasileira de XCO na categoria sub-17. No ano seguinte, recebeu o convite para participar de um estágio de cinco meses na sede da UCI, na Suíça. Ainda em 2022,...
info_outlineUm belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente, suas pernas viram concreto. Sua mente começa a pregar peças. Cada passada se torna um exercício de tortura. Se você é maratonista, conhece esse momento: o famoso "muro", a marca dos 35km.
Mas em Boston, esse trecho ganha um contorno ainda mais temido. Porque ali, entre os km 32 e 33, os corredores encontram não apenas o muro fisiológico, mas também a lendária Heartbreak Hill. São 800 metros de subida com inclinação de 3,3%. Nada assustador, não fosse pelo fato que você chega ali com 32km nas pernas, já moídas pelas descidas do início da prova. Aí, aquela elevação modesta se torna montanha. É onde muitos sonhos se desfazem. A fama desse ponto vem de 1936, quando Johnny Kelley deu um tapinha nas costas de Ellison Brown na subida, um gesto que parecia incentivo, mas incendiou Brown, que retomou a liderança e venceu. O cronista do Boston Globe escreveu: Brown "passou por Kelley na colina, partindo seu coração". E assim nasceu a lenda.
Mas o que realmente acontece ali? Por que tudo desaba justamente quando faltam 7km? E, mais importante: como preparar um atleta para esse momento? Para responder a essas perguntas, estou aqui com três treinadores que entendem profundamente do assunto.
Marcos Paulo Reis, niteroiense, uma espécie de celebridade no meio, educador físico dos velozes e famosos, fundador da MPR Assessoria Esportiva, a maior e mais respeitada assessoria esportiva do Brasil que há mais de 35 anos treina triatletas e corredores de todos os níveis.
Nelson Evêncio, paulistano, educador físico pós-graduado em Treinamento Desportivo, Administração e Marketing Esportivo, fundador de uma assessoria esportiva que leva o seu nome, tem 30 anos de estrada e se tornou referência, principalmente no treinamento de mulheres.
Rodolfo Siqueira, também paulistano, educador físico estudioso de Neurociência da Performance, líder da Equilíbrio Treinamento e dono de um currículo com 24 maratonas, 6 Ironman e 18 Ironman 70.3.
A conversa de hoje é sobre o km 35, a Heartbreak Hill e tudo o que acontece quando o corpo grita para parar — mas a mente insiste em seguir.
Inspire-se!
Um oferecimento da @galibierconsultoria
A Galibier Vida, Saúde e Previdência, com mais de 20 anos de história, é uma empresa que tenho a honra de conhecer de perto, assim como seu fundador, meu amigo de mais de 30 anos, Giovane das Caldas. O comprometimento da Galibier com seus clientes é impressionante, oferecendo soluções de proteção que vão além do comum, sempre com a credibilidade e confiança que só o Giovane e sua equipe podem proporcionar.
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E não sou só eu que confio na Galibier. Alguns dos convidados mais especiais aqui do Endörfina também utilizam os serviços da empresa, que está sempre presente em momentos importantes da vida deles.
Se você quer cuidar do seu futuro e de quem você ama, confie na Galibier. Siga no Instagram em @galibierconsultoria e conheça mais sobre como a Galibier pode fazer a diferença para você e sua família.
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A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.
A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.
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