Endörfina com Michel Bögli
Ela passou a infância e a adolescência dançando balé clássico, onde permaneceu por 14 anos, até que uma lesão mudou o rumo da sua trajetória. Durante uma viagem, rompeu os ligamentos do joelho enquanto esquiava, iniciando um processo de recuperação que a levaria a novos caminhos. A reabilitação aconteceu na academia, com foco em fortalecimento. Influenciada pelo irmão, passou a frequentar o ambiente com mais regularidade e iniciou na corrida. Em 2018, com a entrada dele no triathlon, veio o incentivo para que experimentasse a modalidade. No início, tentou resistir, mas acabou se...
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Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento...
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Ainda muito cedo, antes mesmo de dar os primeiros passos, a água já fazia parte da sua rotina. Com 1 ano e 9 meses, iniciou na piscina como parte de um trabalho de fisioterapia para tratar a hipotonia muscular nas pernas. Aos poucos, com o apoio da hidroterapia, ganhou força e mobilidade, até conseguir andar, quando tinha pouco mais de 2 anos. Iniciou na capoeira aos 3 anos e permaneceu por mais de uma década, trabalhando coordenação motora e ampliando suas possibilidades físicas. Aos 15 anos, deixou a capoeira e fez a transição para a natação. Aos poucos, a relação com a água...
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Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano...
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Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao...
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Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente,...
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Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação...
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Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só...
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Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por...
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A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar...
info_outlineEla nasceu e cresceu no interior de Minas Gerais. Viveu uma infância simples, onde os valores familiares e o exemplo dos pais formaram o seu caráter. Praticou balé, jazz e sapateado. Então, com 13 anos de idade, ao sair da escola, foi vítima de um sequestro que terminou dezessete agonizantes dias depois, um trauma que a transformaria para sempre. Seguiu com a vida de adolescente, aprendeu a lutar jiu-jítsu e, aos 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro para concluir os estudos.
Foi um período de mudanças e pouca atividade física. Ao entrar na faculdade, decidiu que era hora de voltar a se movimentar e passou a frequentar uma academia, onde descobriu o spinning. Em seguida, vieram as aulas de corrida, até que um professor a convidou para experimentar o triathlon. Precisaria nadar, algo que só havia experimentado na infância devido à bronquite severa. Iniciou os treinos em 2005 e desde a sua estreia, a paixão pela modalidade só aumentou.
Trabalhou no mercado corporativo, casou-se e teve dois filhos enquanto levava um estilo de vida de triatleta. Dez anos após sua estreia, realizou o sonho de cruzar a linha de chegada de um Ironman 70.3. Em 2016, a violência no Rio a levou a uma decisão radical: mudou-se com a família para a Europa, onde o marido faria um MBA e onde proporcionariam uma vida mais tranquila aos filhos.
Morando na Suíça, tiveram uma outra menina, e o marido passou a trabalhar na WADA (Agência Mundial Antidopagem). Ela se aproximou da psicoterapia, da educação positiva e do problema da dopagem no esporte. O esporte ocupava agora o centro da vida de toda família. Triathlon com os filhos, trainningcamps, amigos do Comitê Olímpico Internacional e os valores olímpicos, aquilo tudo a tocava profundamente. Depois da pandemia, já de volta ao Brasil, encontrou um cenário esportivo transformado: performances duvidosas, inversão de valores no triathlon, muita exposição de alguns atletas e pouca transparência. Ela própria foi prejudicada por atletas que seriam depois desclassificados. Sentiu revolta e propósito.
Com o apoio da ABCD (Agência Brasileira de Controle de Dopagem), deu início ao movimento que chamou de Quero Ser Testado e, algum tempo depois, se transformou no Eu Jogo Limpo, que segue firme em sua missão: educar, proteger e transformar a cultura esportiva brasileira, difundindo valores simples e profundos: respeito, justiça, ética, responsabilidade e moral. Fazer o certo mesmo quando ninguém está olhando.
Conosco aqui, a empresária, administradora com pós-graduação em Gestão de Pessoas formada em programação neurolinguística, ex-professora de catecismo, triatleta amadora e apaixonada, mãe dedicada que acredita que a vida é curta demais para ser vivida sem propósito. Uma defensora incansável da educação, da ética esportiva e dos valores inegociáveis do esporte, a alemparaibana Paula David Zamboni Rezende.
Inspire-se!
Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes
A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.
A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.
Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil.
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