Endörfina com Michel Bögli
Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao...
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Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente,...
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Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação...
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Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só...
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Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por...
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A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar...
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Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o...
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Sua infância foi marcada pela música e pelas brincadeiras de rua. Aos cinco anos, começou a estudar música e, depois da escola, participava de corridas de bicicleta com os meninos e nos finais de semana jogava tênis. Em casa, a mãe deixava claro que o estudo vinha antes do lazer, e a disciplina se estabeleceu muito cedo, antes mesmo de ela compreender o que isso significava. Na adolescência, perdeu a mãe e o esporte ganhou mais estrutura. Jogou vôlei pelo Banespa e formou-se em violão clássico. Quando surgiu uma oportunidade no Esporte Clube Pinheiros, migrou para o atletismo....
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Filho de um casal de imigrantes romenos, ele nasceu em São Paulo, onde praticou natação e jiu-jitsu. Ainda criança, mudou-se para Brasília, onde conheceu uma cidade descomplicada, que favorecia quem gostava de gastar energia. Praticou judô e andava livremente de bicicleta pela capital. Na adolescência, o esporte ocupava quase todo o espaço disponível. Aos 13 anos de idade, pedalou pela primeira vez os 63 km da Volta ao Lago Paranoá com alguns amigos. A escola seguia em paralelo, mas era extravasando energia que ele encontrava o seu equilíbrio. Na juventude, intensificou sua...
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Ela nasceu em São Paulo, filha única de uma mãe solteira. Ainda criança, foi para o interior, onde viveu com os avós enquanto a mãe ficou na capital trabalhando. Cresceu cercada por mulheres fortes e teve na avó, uma importante referência. Aprendeu cedo que o estudo e o conhecimento seriam o caminho mais sólido para progredir. Na juventude, voltou a São Paulo para cursar Fisioterapia na USP. Logo nos primeiros anos, aproximou-se da biomecânica por meio da iniciação científica. Após a graduação, seguiu para o mestrado na área e começou a atender corredores. Alugou uma pequena...
info_outlineAos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir.
Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só seria superada muitos anos depois pela própria filha.
Em 1975 foi convocada para a seleção brasileira e tornou-se a primeira mulher do Norte e Nordeste a disputar os Jogos Pan-Americanos. Entre 1976 e 1978 integrou a equipe nacional e conquistou três títulos consecutivos na tradicional Travessia do Rio Negro, em Manaus. Em uma dessas edições, em 1978, cruzou a linha de chegada à frente de todos os atletas, inclusive dos homens.
Já na categoria master, voltou a conquistar títulos internacionais importantes: bi-campeã mundial master em 1989 e 1990, campeã latino-americana e do Caribe em 1991 e campeã sul-americana em 1992, além de estabelecer recordes continentais na categoria.
Em 1992, ainda competindo em alto nível, decidiu iniciar também um trabalho de formação de atletas e fundou, em Fortaleza, sua própria academia de natação, contribuindo para o desenvolvimento de uma cultura de alto rendimento no esporte cearense. Mas o esporte ainda reservava novos desafios.
Aos 45 anos, em 2005, decidiu aprender a pedalar e a correr para se aventurar no triathlon. Já em 2006 conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial de Longa Distância, na Austrália, e o vice-campeonato mundial na Holanda. Em 2008 voltou ao pódio mundial com mais um vice-campeonato na mesma distância.
A partir de 2009 passou a se destacar nas provas de Ironman. Foi campeã de sua categoria no Ironman Brasil, em Florianópolis, em 2009 e novamente em 2013; vice-campeã da prova em 2010 e 2011; campeã do Ironman África do Sul em 2012; e primeira colocada no ranking mundial de Ironman em sua categoria em 2014. Ao longo da carreira completou 22 provas de Ironman e conquistou oito classificações para o campeonato mundial da modalidade, em Kona, no Havaí — tornando-se também a primeira mulher do Norte e Nordeste a competir na prova mais emblemática do triathlon mundial.
No ano passado voltou às competições em piscina e estabeleceu recordes sul-americanos nos 200, 400 e 1500 metros livre, além de conquistar títulos brasileiros nas mesmas distâncias.
Conosco aqui, a educadora física e terapeuta ocupacional, com pós-graduação em ciência da natação e do envelhecimento, que enfrentou preconceitos para se tornar uma referência do esporte nordestino, quebrar barreiras e provar seu valor dentro e fora das competições.
Uma mulher que pensa grande e que aprendeu que, quando o caminho se mostra difícil, é preciso enfrentá-lo com ainda mais resistência. Uma cearense, com muito orgulho, Hedla Lopes.
Inspire-se!
Um oferecimento @2peaksbikes
A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.
A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.
Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil.
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