Endörfina com Michel Bögli
Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente,...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o...
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Sua infância foi marcada pela música e pelas brincadeiras de rua. Aos cinco anos, começou a estudar música e, depois da escola, participava de corridas de bicicleta com os meninos e nos finais de semana jogava tênis. Em casa, a mãe deixava claro que o estudo vinha antes do lazer, e a disciplina se estabeleceu muito cedo, antes mesmo de ela compreender o que isso significava. Na adolescência, perdeu a mãe e o esporte ganhou mais estrutura. Jogou vôlei pelo Banespa e formou-se em violão clássico. Quando surgiu uma oportunidade no Esporte Clube Pinheiros, migrou para o atletismo....
info_outlineEndörfina com Michel Bögli
Filho de um casal de imigrantes romenos, ele nasceu em São Paulo, onde praticou natação e jiu-jitsu. Ainda criança, mudou-se para Brasília, onde conheceu uma cidade descomplicada, que favorecia quem gostava de gastar energia. Praticou judô e andava livremente de bicicleta pela capital. Na adolescência, o esporte ocupava quase todo o espaço disponível. Aos 13 anos de idade, pedalou pela primeira vez os 63 km da Volta ao Lago Paranoá com alguns amigos. A escola seguia em paralelo, mas era extravasando energia que ele encontrava o seu equilíbrio. Na juventude, intensificou sua...
info_outlineEle foi um xadrezista prodígio. Dos 5 aos 10 anos de idade, aprendeu a dar xeque-mate em seu professor. Seu pai, jornalista, fez carreira na Editora Abril, e sua mãe, formada na primeira turma do curso superior de Turismo, trabalhava na Secretaria de Esportes e Turismo do Estado de São Paulo. Por isso, ele cresceu frequentando os diversos eventos esportivos realizados no Ginásio do Ibirapuera. De lutas de boxe ao Mundial de Ginástica, dos shows dos Globetrotters às partidas das seleções nacionais de vôlei e basquete. Viu também de perto o Campeonato Pan-Americano de Ciclismo realizado na USP.
A bicicleta teve um espaço importante em sua infância, como um meio libertador de locomoção. Os esportes com bola nunca foram seu forte, mas foi na educação física escolar que ele teve o primeiro contato com a corrida. Quando tinha 15 anos de idade, um mergulho na piscina perfurou seu tímpano, iniciando um processo de perda da audição.
Aos 20 anos, começou a correr esporadicamente, ao mesmo tempo em que trabalhava. Quase dez anos depois, em 1994, estava correndo na pista de cooper do Parque do Ibirapuera quando viu uma competição organizada pela Corpore e descobriu que havia outras corridas de rua além da São Silvestre. Informou-se ali mesmo sobre como poderia participar da próxima competição e desde então, iniciou sua relação com as corridas de rua.
Já no ano seguinte participou da primeira edição da Maratona de São Paulo. Em 1997 participou da Maratona de Nova Iorque, onde fez outra descoberta importante: o site do New York Road Runners. Teve então a ideia e lançou, em 1999, o site maratona.com.br, a primeira plataforma digital brasileira focada em corrida. Ainda permaneceu alguns anos trabalhando no mundo corporativo antes de se dedicar exclusivamente ao jornalismo esportivo. Em 2002, tornou-se sócio da Webventure, que passou a se chamar Webrun, onde ficou até 2010. Depois, criou o site Running News, tornou-se colunista do portal Ativo, da revista Sport Life e lançou alguns episódios de seu primeiro podcast, o Harry Up!
Seja pela profissão ou por lazer, a corrida se fundiu à sua vida e, ao longo das últimas três décadas, ele participou de mais de 30 maratonas no asfalto e na trilha, 60 meias maratonas e 9 ultratrails.
Conosco aqui, o administrador com pós-graduação em marketing, jornalista esportivo pioneiro no mundo digital, empreendedor e corredor, autor de três livros sobre a corrida, criador e apresentador do podcast Grit Run, consultor em running, o paulistano Harry Thomas Júnior.
Inspire-se!
Um oferecimento @2peaksbikes
A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.
A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.
Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil.
SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts.
Contribua também com este projeto através do Apoia.se.